quinta-feira, 10 de setembro de 2015

PACIÊNCIA, PERSISTÊNCIA E PERSEVERANÇA NA ESCOLA (PPP)

Os nossos cursos de licenciatura deixam a desejar quando falamos do ensinar a aprender e a bagagem que nossos alunos deveriam trazer para a escola e, principalmente, para a universidade, se perde em algum ponto do caminho, isto quando a possuem. Apostamos no despertar de mentes adormecidas por uma sociedade formadora e que não deseja liberdade intelectal para seus cidadãos. Colaboramos com essa dormência em nossas escolas quando não colocamos em prática aquilo que resolvermos ou pelo menos discutimos nos conselhos e trabalhos coletivos e, aida, somos engolidos por um turbilhão de regulamentações e exigências de governos que estão convencidos de uma "revolução por decreto" e se esquecem que a prática diária é que muda e melhora todo e qualquer processo.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

LEIA COM ATENÇÃO

Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.

terça-feira, 28 de julho de 2015

O QUE REALMENTE IMPORTA?

Quem de nós não conhece casos (no plural mesmo) de pessoas que se afastam de ente queridos por motivos banais? Quem de nós não conhece relacionamentos amorosos, de amizade, familiares, enfim, de todo tipo que tinham tudo para durarem uma vida e simplesmente foram destruídos pela pequeneza do ser humano? O que realmente importa? Vemos filhos que ficam "de mal" dos pais e passam a vida toda afastados. Quem perde com isso? Você se desentende com seu irmão por nada, as vezes por álcool demais, as vezes por álcool de menos e isso se torna o motivo para um distanciamento em que todos saem perdendo. Quantos momentos felizes, grandes risadas, grandes histórias deixamos para trás por "ignorância, arrogãncia, estupidez e orgulho"? O quanto deixamos de viver por culpa nossa. Por não sabermos dar o primeiro passo. Por um orgulho idiota que nos afasta de quem nos faz bem. Muitas das vezes uma fofoca, uma intriga, um mal entendido é suficiente para uma vida de tristeza. Inimizade para a vida toda. E passa rápido esta vida. A morte chega logo. O que levamos mesmo? Será que faz diferença depois da morte? Olhe no olho de seu irmão, procure sua mãe ou seu pai (ENQUANTO AINDA PODE) e "volte para casa". Volte no sentido de amar, conviver e respeitar. A vida é para ser vivida, não espere a morte te mostrar isso.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

O PREÇO A SER PAGO

Estava ouvindo a conversa de uma Senhora logo a minha frente e ela dizia que seu cunhado havia falecido. Ele tinha pouco mais de sessenta anos e vendia saúde, segundo ela. Foi um susto para toda família. Chegou em casa bem e de repente passou mal. Infarto. Sempre quando ouço estes relatos, minha mente fica povoada por pesadelos e automaticamente começo a fazer contas. Fico me perguntando quantos anos ainda tenho. Se vou chegar pelo menos ao sessenta e poucos. Imagino que se for morrer com mais de sessenta ou até mesmo com setenta, ainda tenho uns bons aninhos pela frente. Faço a conta em "copas do mundo". Fico imaginando que ainda tenho umas 4 ou 5 copas pela frente. Entre uma certa alegria que este pensamento me dá, vem uma ponta amarga de tristeza. Pois com o passar dos anos nossa conta de vida fica negativa. Começamos mais a perder do que a ganhar. Para envelhecer e chegar aos setenta, por exemplo, quantos ente queridos vou ver partir desta vida. Quantas lágrimas ainda serão derramadas. Não deixa de ser um sofrimento só imaginar esta situação. É um preço alto. A vida nos dá muito, principalmente se for longeva. Mas nos cobra por isso. Por isso tento amenizar meu sofrimento "fugindo" de discussões, de debates infrutíferos, de ciúmes de "sei lá o quê", enfim, de brigas e discussões que depois de uma semana a gente nem se lembra mais o por quê daquilo. Não faz o menor sentido. E tudo que não faz o menor sentido, vai tirando aos poucos o sentido da vida da gente. Afinal, eu só quero é ser feliz a maior parte do tempo, já que o tempo todo é loucura.

terça-feira, 26 de maio de 2015

A DIFÍCIL TAREFA DE CONVIVER

Seria tão mais fácil dar de ombros. Seria tão mais fácil dizer: "não estou nem aí". Mas não podemos deixar de viver e passar apenas a existir. Não podemos nos acomodar diante das dificuldades impostas por pessoas, momentos, situações. Nos resta respirar fundo, levantar a cabeça e seguir em frente. É assim, sempre sorrindo e olhando nos olhos que resolvemos situações aparentemente inssolúveis. A decepção é parte da nossa trajetória porque sempre esperamos mais de quem não tem muito a oferecer. Por mais que estejamos preparados sempre para o pior, ele sempre nos surpreende. Mas nada é tão duro ou ruim que não sejamos fortes o bastante para superar. As vezes, nos momentos de fraqueza, penso que a alegria de alguns é ver o sofrimento dos outros, mas não posso me deixar contaminar com este pessimismo. Não faz parte de mim e acredito que não deveria fazer parte de ninguém. Por maiores que sejam os problemas, sempre me verão sorrindo e feliz.

sábado, 11 de abril de 2015

O tempo implacável

Não nos damos conta do quanto passa rápido o tempo e de como ele pode ser implacável. Nos esquecemos que somos mortais e que a qualquer momento a despedida chega. Acordamos para a vida ou para a morte quando nos deparamos com ente queridos que antes nos saltavam aos olhos fortes, firmes e como exemplos de firmeza diante do tempo. Agora, estes mesmos entes queridos nos aparecem, do dia para a noite, frágeis, suscetíveis à famigerada morte. Sua fragilidade, sua fraqueza, sua debilidade diante do tempo nos assusta a ponto de nos dar medo. A voz antes firme, agora sai fraca, quase um sussurro comparada com a de antes. Assustados, olhamo-nos novamente e percebemos que o tempo não nos esqueceu, passou... E, sem dó ou piedade, nos afasta definitivamente de pessoas que davam ou dão sentido a nossa existência. As vezes ou quase sempre, nos deixamos levar por sentimentos tristes, nos corrompemos pela ignorância e pela vaidade. A anagênese da vida é inevitável, assim como é inevitável o fim. Contudo, mesmo certo desta “inevitabilidade”, continuo acreditando que morremos mais por fora que por dentro. Que a vida é mais que o que nossos olhos veem e, que os sonhos são realizáveis.

quinta-feira, 19 de março de 2015

DENTRO DE CADA UM DE NÓS...

Ao mesmo tempo em que escrevo estas poucas palavras posso estar comentendo o mesmo erro que critico. Erro este que cometemos diariamente com nossa soberba. Mas escrevo principalmente para estas pessoas que não possuem minimamente um senso crítico. Quem de nós já não ficou anjoado com aquelas pessoas que sobem ao altar e apontam o dedo para os outros. Quem de nós não ficou enjoado com aquelas pessoas que defendem a moral, a ética e os bons costumes e são as primeiras a se enlamearem na penumbra. Só o fato de ter coragem de subir em um altar e "dar lição de moral" aos outros é algo no mínimo triste. É triste ver que as pessoas mudam e se transformam em cada ambiente em que convivem. São verdadeiros camaleões. As mesmas pessoas que dão lição aos irmãos nas igrejas e derramam fé, são aquelas que no local de trabalho espalham a discórdia, ensinam a burlar regras e são profissionais fictícios. É fácil criar regras para os outros, já disse isso, é facil também ver o pecado em tudo e ao mesmo tempo em nada, dependendo das circunstâncias. A quem estamos enganando mesmo? Me vem à mente a mentira nossa de cada dia. A soberba nos faz pensar que somos melhores, mais inteligentes que os outros. No fundo somos dignos de piedade, pois a nossa cegueira é o guia que nos encaminha para o nada. Quem de nós nunca viu aquelas pessoas que "parecem" ter tudo, mas no fundo não tinham nada? Temos muitas dessas pessoas por aqui.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Não Permita Roubarem Sua Fé! - Wélida Flávio

"Poderia alguém afirmar que as estrelas deixaram de existir durante o dia só por não perceberem seu brilho intenso a enfeitar o céu?
Poderia alguém dizer que o sol já não "vive" na imensidão do céu pois por momentos de intensa escuridão ele deixou de brilhar?
Poderia alguem dizer que Deus deixou de existir porque coisas ruins acontecem no mundo?
Poderia afirmar com exuberante certeza que nada vai dar certo só porque a lágrima caiu e o sorriso não mais se viu?
Não, não seja tolo repleto de certezas passageiras, pois, cada qual brilha ao seu momento e permite brilhos alheios para enfeitar seu mundo. A lágrima clareia a visão e a ausencia do sorriso revela a importancia da sua presença... coisas ruins acontecem para aprendermos valorizar as boas e os momentos não são eternos, apenas eternizam-se as lembranças e as aprendizagens..."
Wélida Flávio
Wélida Flávio é uma cristã apaixonada por Jesus e uma parte de seu chamado é influenciar a vida de pessoas através de textos, poemas e frases de experiência pessoal do seu dia-a-dia e do que tem aprendido com o Senhor.
É também Colunista do Blog Recebendo Vida.

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Eu declaro que vou viver dias de alegria, de paz de saúde, de prosperidade, de amor. Nesses dias, o Senhor mudará a minha sorte e a minha boca se encherá de riso e minha família viverá o melhor de Deus. Em nome de Jesus!


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

AOS PSEUDOS EDUCADORES

Usando as palavras JOUBERT, “a paciência é a única solução para os males que não têm solução”, começo escrevendo sobre a ignorância humana. E pasmo, sobre a ignorância daqueles que estudaram para, pelo menos, diminuí-la. É louvável quando pessoas sem muito conhecimento reflitam antes de dar opiniões sobre todo tipo de assunto, e estes, mesmo quando opinam errado, merecem ser relevados e compreendidos, pois como disse, não estudaram para isso.
Ao mesmo tempo, é triste, quando pessoas que deveriam dominar certo conhecimento, opinam demonstrando uma ignorância que nos leva a concluir, sem hesitação, que estes não fazem jus ao seu “diploma”. Podemos chama-los de “pseudos” professores ou educadores. Estão por aí enganando com opiniões medíocres, com posições ambíguas sobre temas que realmente importam. “Se acham” no direito de se aproveitar da ignorância de terceiros para destilarem sua falsa sabedoria, sua opinião imbecilizada por sua ignorância ou falta de conhecimento.
Talvez por vaidade, por não terem demonstrado nenhuma competência ao longo de sua vida profissional, buscam, de forma vil, desmerecerem o trabalho dos outros, como se estivessem rebaixando a todos e nivelando por baixo uma classe e até a população de modo geral.

É triste, mas é real, infelizmente. Então, façamos como JOUBERT, tenhamos paciência diante de tanta ignorância. 

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

AS 5 (cinco) LIÇÕES QUE APRENDI EM 2014

11.     Acreditar sempre em Deus.
Só há uma razão para que tudo dê certo, e esta razão é DEUS. Claro que devemos nos esforçar ao máximo, fazer por merecer, trabalhar duro, mas sem DEUS, nada acontece, pois é a nossa fé que faz com que nos esforcemos ao máximo, mereçamos e trabalhemos duro. Simples assim.

22.     Duvidar sempre dos seres humanos.
Existem pessoa ótimas e outras nem tão ótimas assim. Mas todos nós temos problemas e interesses que nem sempre convergem com os interesses dos outros. Tudo é muito bonito em um dia de sol, mas na chuva a coisa fica feia. Quero dizer, enquanto tudo está bem com você, todos são ótimos e você é o “cara’, mas, à primeira trovoada é cada um por si e aquele que te dava a mão é o primeiro a mirar a sua “bunda”. Simples assim.

33.     Somos falíveis, podemos morrer a qualquer momento.
Não deixe nada para depois, pode não existir um “depois”. Se quiser ligar para alguém, tomar um porre, pedir desculpas, dizer que ama, nem espere 2015, ele pode não chegar para qualquer um de nós. Simples assim.

44.     Estou ficando velho.
Sabe aquela farra grossa de antes, pois é, não dá mais. Se caminhar dói o pé, se correr dói o peito, se pular dói a coluna, etc. Agora é um dorflex de manhã, um diclofenaco a tarde e um omeprazol á noite. A cerveja faz aniversário na geladeira. Todos com quem converso nasceram na década de 80 (os de 70 já estão morrendo). Simples assim.

55.     A me sentir em meio a uma multidão, mesmo sozinho e a me sentir sozinho, mesmo em meio a uma multidão.

É bom conviver com as pessoas, mesmo sabendo que todos temos problemas, defeitos e virtudes. Não estou nem aí se falam de mim (bem ou mal). Mas as vezes é bom um pouco de paz, sossego (sem precisar estar morto para isso), então, mesmo que a correria do dia a dia não permita, podemos relaxar e esquecer as pessoas e simplesmente imaginar. E, quando estiver sozinho abra aquela cerveja (que tá fazendo aniversário na geladeira) e comemore, afinal não te esqueceram, apenas ninguém se lembrou (ou precisou) de você hoje. Simples assim.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

REFLEXÕES NATALINAS

É difícil escrever, mesmo que seja para eu mesmo. São tantas regras que criamos e "prescrevemos", mas sempre para os outros. Tantas cercas que colocamos sem pensar que estas mesmas cercas são as que vão nos impedir de ir onde queremos. É sempre mais fácil atirar pedras. Nos esquecemos que nossos desejos de hoje não serão os mesmos amanhã. Nossas verdades de hoje poderão ser as mentiras da semana que vem. Hoje você pode preferir chuva e amanhã sol. Então, para que julgar o tempo todo como se fossemos juízes do mundo. Outro dia escrevi sobre o fato de que muitas pessoas que falam sem pensar e sem parar, “desdizem” suas falas amanhã sem o menor remorso. Claro que temos o direito de repensar e mudar de ideia, mas até onde podemos ir somente nossa consciência poderá dizer. O vilão de hoje ser o meu herói amanhã me soa um pouco exagerado. Ou pior, o vilão de ontem vira herói hoje, ou sendo mais claro, aquele que ontem era meu mais feroz inimigo, hoje é um exemplo de pessoa. Ninguém é tão ruim que não tenha virtudes e nem tão bom que não tenha defeitos. Tudo passa e nossa memória não é tão prodigiosa assim. Mas nós também nos aproveitamos disso para “esquecer” nossas verdades anteriores em prol de nossas novas verdades (interesses). Mais um “Natal”, que neste momento não esqueçamos tudo o que falamos durante o ano, não esqueçamos que somos egoístas a ponto de não enxergar um palmo à frente do nariz. Mas também, entre um gole e outro (para quem gosta), entre uma garfada e outra, nos lembremos que como nós, os outros também são humanos.

sábado, 29 de novembro de 2014

10 ÓTIMAS RAZÕES PARA TOMAR UMA CERVEJA GELADA

A cerveja é a bebida insubstituível para se tomar assistindo uma bela partida de futebol ou para acompanhar aquele churrasco entre amigos. É claro que é para ser consumida com moderação, para não se transformar em perigo para a saúde. Mas em pequenas doses, os estudo demonstraram que consumir cerveja, de maneira controlada, teria um impacto positivo para a saúde.
A cerveja é a bebida insubstituível para se tomar assistindo uma bela partida de futebol ou para acompanhar aquele churrasco entre amigos. É claro que é para ser consumida com moderação, para não se transformar em perigo para a saúde. Mas em pequenas doses, os estudo demonstraram que consumir cerveja, de maneira controlada, teria um impacto positivo para a saúde. Vejamos então os 10 benefícios da cerveja:

ELA É UMA ALIADA PARA SEUS RINS

Um estudo finlandês demonstrou que consumir uma latinha de cerveja, cotidianamente, reduz em 40% os riscos de cálculos renais. É mais do que sabido, a cerveja faz fazer pipi !

ELA AJUDA NA DIGESTÃO

Constituída de cevada, portanto fibras, a cerveja ajuda o trânsito intestinal. Você vai poder reduzir ligeiramente, é claro, o consumo de legumes verdes, embora o ideal seja sempre continuar com seu consumo normal de frutas e legumes...

ELA REFORÇA SEUS OSSOS

A cerveja contém um alto teor de silício, que é um mineral que intervém no funcionamento das células dos tecidos ósseos. Um estudo feito em 2009, demonstrou que o consumo moderado da cerveja, reforça a densidade óssea. Mas cuidado, um consumo de mais de dois copos por dia tem um efeito contrário, pois ela aumenta os riscos de fraturas. Portanto, a cerveja é ótima, mas deve ser consumida com moderação.

ELA REDUZ OS RISCOS DE CÂNCER

A preparação de carnes na churrasqueira, principalmente as que utilizam carvão, implica na produção de produtos cancerígenos. Um estudo revelou que se deixarmos a carne marinar antecipadamente na cerveja, antes de assá-la, diminui em 70% estes agentes malígnos.

ELA FACILITA O SONO

O lúpulo contido na cerveja teria propriedades calmantes. Na idade média já se usava o lúpulo para melhorar o humor e era recomendado colocá-lo nas orelhas para um sono tranquilo. Ah ! São as flores desta planta que são utilizadas para dar perfume à cerveja, e na idade média enfeitavam as orelhas...

ELA MELHORA A MEMÓRIA

Segundo estudos científicos, os consumidores de cerveja tem menos riscos de sofrer o Mal de Alzheimer ou demência. É portanto aconselhado tomar um meio copo por dia para manter a memória. Mas cuidado, se você abusar corre o risco de perder a memória... pelo menos por algumas horinhas!!!

ELA NÃO ENGORDA TANTO QUANTO DIZEM

A cerveja é a bebida alcoólica menos calórica: para um meio copo podemos contar 100 kal. Então porque se privar?! Ela também se associa muito bem na preparação de coqueteis, mas cuidado, se ela é uma bebida com menos calorias, em associação com outras bebidas mais alcoólizadas esta qualidade se perde...

ELA DÁ UM ALGO MAIS A SUAS PANQUECAS

Substitua um terço da quantidade de leite por cerveja para dar mais leveza às suas panquecas. Não se preocupe com as crianças, o álcool se evapora com o cozimento.

ELA IMPULSIONA SUA EXPECTATIVA DE VIDA

O consumo moderado de cerveja facilita a digestão, reduz os riscos de câncer, melhora a memória, acalma os nervos, melhora a beleza, é diurética, etc ... Consumindo a cerveja com moderação ( não mais que meio copo por dia ), você deve ficar em boa saúde por muitos e muitos anos... Tchin!Tchin!


domingo, 9 de novembro de 2014

Procuram-se cidadãos

Por falta de criatividade ou talvez por desânimo e desmotivação, faltam-me palavras. Por isso, reproduzo o texto abaixo, que diz mais ou menos o que eu gostaria (editado)
(...)
Um grande país sul-americano, formidável em recursos explorados e potenciais irrealizados, é lar de mais de 200 milhões de habitantes. Habitante, como se sabe, é quem reside ou vive em determinado lugar. Entretanto, para as sociedades modernas, o que mais interessa são os cidadãos. Cidadão é outra coisa. O cidadão também habita, é certo, mas o cidadão vai além: ele tem direitos, civis e políticos, e tem deveres, para com a comunidade e o Estado.
Consta que o conceito de cidadão surgiu nas Cidades-Estado da Grécia Antiga. Naquele tempo, ser cidadão não era para qualquer um. Estrangeiros, escravos e mulheres não podiam fazer parte da seleta casta. E um homem livre podia perder o privilégio e se tornar escravo, bastava contrair dívidas ou ser derrotado na guerra. A liberdade era, por isso, muito valorizada e possibilitava a participação na vida pública. Envolver-se nos negócios da comunidade era mandatório e implicava deveres. Cumprir tais obrigações fomentava a virtude, gerava respeito e conferia honra aos cidadãos.
(...)
O habitante da referida nação é essencialmente um reclamante. Ele reclama da corrupção, mas não perde chance de desembolsar vinténs para facilitar sua vida. Ele reclama do trânsito, mas não estaciona o carro. O carro, aliás, é uma extensão natural do corpo do residente. Ele, o carro, define sua personalidade. O habitante lava o carro quando falta água e transita pelo acostamento quando enfrenta congestionamento. Informatizado, o habitante adora o Waze, aplicativo que troca minutos de espera por atalhos sinuosos e momentos de velocidade e fúria no trânsito, corta coletivos, avança em ruas residenciais e ameaça ciclistas. O habitante é, em suma, um ser assimétrico, sempre acima de seus pares.
(...)
O pequeno cidadão é uma simpática composição de dois sensíveis artistas do desnorteado país. A dupla busca ouvintes de tenra idade e valores em gestação. A letra é simples e cativante: Agora pode tomar banho, Agora pode sentar para comer, Agora pode escovar os dentes, Agora pega o livro, pode ler... e assim segue, com pequenos prazeres e deveres: comer chocolate e fazer a lição, pular no sofá e arrumar o quarto, sujar-se de lama e amarrar o sapato. O refrão segue a receita, simples e direto: É sinal de educação, fazer sua obrigação, para ter o seu direito de pequeno cidadão. A singela canção representa a tênue esperança de que a nova geração do citado país sul-americano reverta o desalentador quadro criado pelas hordas que a antecederam.

domingo, 2 de novembro de 2014

O CIENTISTA E A CRIANÇA

Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de melhorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas.
Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou que o filho fosse brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção. De repente deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:
-- Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho. Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:
-- Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!
A princípio o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível?
Como o menino havia sido capaz? Então ele perguntou:
-- Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?
-- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei à folha e vi que havia consertado o mundo.

sábado, 18 de outubro de 2014

IGNORANTES OU IDIOTAS



Antes de tratar deste tema é melhor esclarecer o significado de cada uma das palavras do título deste texto.
1.Diz-se de, ou pessoa que ignora, que não tem conhecimento de determinada coisa.
2.Diz-se de, ou pessoa que não tem instrução, que não sabe nada:
3.P. ext. Bras. pop. Falto de educação, ou aquele que não a tem; estúpido, grosseiro.
Pessoa ignorante, burra. Sem cultura e sem noção de nada!
-O seu idiota, sai daí! Esse estacionamento é exclusivo para deficientes!

Estas definições foram retiradas de http://www.dicionarioinformal.com.br, achei bem claras e objetivas estas definições para o que quero explicitar.
É que as vezes nos confundimos com as pessoas. Nos confundimos com os ignorantes e os idiotas. E encontramos tanto dos dois tipos por aí que cabe aqui algum esclarecimento sobre como defini-los melhor.
Com os ignorantes temos que ter alguma paciência, porque em algumas ocasiões poderemos ser nós mesmos os ignorantes da vez. Já com os idiotas, pelo menos para mim, não cabe muita paciência. Prefiro evitá-los, pois aos olhos dos outros vamos parecer exibidos ou coisa pior. Mas o que interessa é que há algumas pessoas que de vinte palavras que falam trinta são idiotices. Pessoas que julgam a todos e se acham acima da lei, acima do bem e do mal. Pelo menos para mim, estes são os maiores idiotas.
Para falar sobre qualquer assunto, sob o risco de ser idiota, você deve conhecer minimamente o tema. Por exemplo, uma pessoa para falar de plantas medicinais, deve conhecer as mesmas, sejam raízes, folhas ou qualquer outra. Não precisa “ser estudado” para isso, basta conhecer a cultura popular. Da mesma forma, para falar sobre o Windows você deve conhecer minimamente sobre sistemas operacionais, ou para falar de educação, você deve conhecer minimamente os seus referenciais teóricos, etc.
Então, para concluir, vamos deixar de idiotices, de sair afirmando por aí coisas das quais nós não temos conhecimento, fatos da vida dos outros que apenas “ouvimos falar”. Se você tiver que optar em ser ignorante ou ser idiota, seja ignorante.

O futuro ausente



Não se discutiu como será a Educação 

O debate na TV Globo é o ponto alto do processo eleitoral. Ali, cada candidato tem a última chance para dizer por que os eleitores devem optar por ele ou por ela. Em 2014, o eleitor que buscou o melhor candidato no primeiro turno ficou frustrado pela ausência do tema educação. Educação foi jogada na vala comum, e o tema não foi sorteado. Pior, apesar de a educação permear todos os temas que foram sorteados, nenhum dos candidatos aproveitou cada questão para apresentar suas propostas de como fazer a revolução educacional que o Brasil precisa iniciar urgentemente.
A verdadeira razão da ausência do tema educação está na ausência do tema futuro.
Das muitas dezenas de horas de entrevistas, discursos, debates e manifestações, os temas debatidos estiveram sempre vinculados aos problemas do presente, não foram sobre o destino que o candidato sonha para o país e quais as reformas estruturais que levem ao destino que defende.
Mesmo quando o tema da educação apareceu, os candidatos se limitaram a sugerir horário integral nas escolas, sem dizer como fazê-lo a partir do governo federal, sendo a educação de base uma questão municipal e estadual; nem se discutiu como será a educação nas próximas décadas. Tampouco como fazer a educação ser igual para todas as crianças, independentemente da cidade onde mora e da renda dos pais. Comemora-se que alguns filhos de pedreiros já entram em alguns cursos superiores, sem propor como fazer para que todos os filhos de todos os pedreiros tenham a mesma oportunidade para disputar o ingresso nas melhores universidades.
Debateu-se a manutenção do Bolsa Família, mas não se debateu como e em quanto tempo nenhuma família brasileira necessitará de auxílio para garantir sua sobrevivência.
Em um mundo que se globaliza em todos os aspectos, inclusive por epidemias, como se vê agora com o caso do ebola, o problema da segurança nacional não foi debatido.
Debateu-se a baixa taxa de crescimento do Produto Interno Bruto no presente, sem debater que tipo de PIB é desejável para o Brasil no futuro: se vamos continuar basicamente com bens primários ou concorrer mundialmente com bens de alta tecnologia. Ninguém propôs e nenhum entrevistador perguntou como abrir as portas para o Brasil ingressar no mundo dos países inovadores.
Debateu-se como ampliar o sistema de segurança, mas não se debateu como fazer as cidades serem tão pacíficas que não se necessite do Estado policial que estamos construindo.
Nenhum tema foi debatido na perspectiva do longo prazo. O debate ficou prisioneiro do imediato, como se estivéssemos escolhendo um gestor para apenas administrar a crise e não um estadista para reorientar os destinos nacionais.
Felizmente, ainda temos uma semana antes do segundo turno, além do que, a cada quatro anos, a democracia oferece novas oportunidades ao país e seu futuro ausente.

Cristovam Buarque é senador (PDT-DF)

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/o-futuro-ausente-14286799#ixzz3GUtWWiN8

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

A VIDA COMO ELA É...

Não vamos mudar o mundo, tampouco vamos mudar as pessoas. Isto é fato. É da natureza humana certa mesquinhez, muita vaidade e egoísmo. Conversas paralelas, na surdina, como se fossem secretas são a expiação do ser humano. “Eu te conto tudo, mas se você disser que eu falei eu digo que é mentira”, esta é a verdade. Sim, todos fazem isso, mas de certo modo tem gente que faz ainda pior. Aqueles que vão além da educação e apelam para a pura falsidade. Não precisamos concordar com os outros e nem gostar de ninguém. Não precisamos ficar provando o tempo todo que estamos certos nisso ou naquilo e que somos ótimas pessoas. Para falar a verdade eu não dou a mínima para a opinião de 99,99 % das pessoas. Então, sejamos educados sim, mas falsos em demasia não. Eu respeito todos e educadamente trato a todos bem. Mas isso não implica dizer concordar ou gostar de todos. Então, sejamos educados, mas não dissimulados, a ponto de ao virarmos as costas nossas orelhas começarem a ardem com a “conversinha” de gente sem conteúdo e escrúpulos. Como escreveu William Shakespeare, "Os homens deviam ser o que parecem ou, pelo menos, não parecerem o que não são."